BOM DIA.
Ah! Que dia lindo.
Dia de euforia e alegria.
Transbordo ternura
no jardim da vida.
Dia puro, corpo aberto,
repouso em sonhos
e a beleza que em ti vivo,
embriagado de absinto.
Morreria se todo dia
não bebesse uma gota
da essência dos Deuses.
Hoje vivo em passos
que ultrapasso
toda lucidez
de uma paixão
pela a espécie
Planeta!
PRENÚNCIO.
O desembaraço do tempo,
tange o abraço da liberdade.
Fulgura a compaixão do sonho
que sacode a órbita da dignidade.
O beijo meigo e úmido da resistência,
sobrevoa a solidão do cotidiano.
A luta incansável que meu povo vive,
trafega em mudanças a espera
da simplória paz. O oceano de morte
não é superado, mas, a jornada do afeto,
rodeia o respeito pelo próximo.
SENTIR.
Eu entristeço aonde a fome soluça e não se estanca a gula do abissal poder.
Eu adoeço com a faminta penúria do desamparo,
com o grito do abandonado que confessa a sorrateira e escrava proeza do mal.
Inunda e machuca o meu valor.
Mas, é possível o amor!
o bem necessário de dentro,
o severo presente tempo.
De amar para sempre...
Eu adoeço com a faminta penúria do desamparo,
com o grito do abandonado que confessa a sorrateira e escrava proeza do mal.
Inunda e machuca o meu valor.
Mas, é possível o amor!
o bem necessário de dentro,
o severo presente tempo.
De amar para sempre...
EPIFANIA.
Ó, repugnante epifania
do submundo que vivo.
Camuflado de afagos
defenestrados.
Vocifero como abjeto
compelido, que belisco
a inebria da precariedade.
Pêndulo da incauta ansiedade
ensandecida que emula uma
enxurrada de intrigas. Enaltece
a presepada do homem. Com
um caloroso suborno que beija
a minha face...
“FLORA OLÍMPICA.”
O plantio das Olimpíadas
no descaso de mentiras,
replantada na promessa,
que marmota é essa?!
A floresta dos atletas
semeada de enganos,
encenada no desprezo
à abertura do enredo!
O contrato foi assinado,
a promessa não cumprida,
esquecida e abandonada
pelos ratos de Brasílias.
Atlântica Ela seria,
para o mundo uma filha,
e o Homem sustentaria
a dádiva da vida!
Mas, o Brasil da fome
não queria, a descabida
Olimpíadas!
MAIS UNIÃO.
O mundo em imensidão,
continua de pé.
Sereno do tempo,
derrama em mim,
veredas no jardim.
O hálito sufocante das flores,
fragmenta as palavras,
emociona as lágrimas,
folhea as páginas
da bondade que propaga
o paladar do bem.
A "cuca" assobia a fuga,
onde o verbo faz a curva.
Na varanda, reluz as gotas
de chuva.
Cintilante, devora o meu
calmo coração.
A febre do futuro, ameaça...
É o meu assunto favorito!
Silencioso, pavoroso e incerto.
-Agonia de não saber de onde viemos.
O tempo é constrangedor,
entre a vida e a morte.
-A chuva continua a cair.
Belos sonhos prever
uma tempestade de fé.
Sinto que a esperança
é um rio subterrâneo,
humano, e que não para...
Temos que mergulhar
na libertação da gratidão
e se lambuzar de liberdade,
aproveitando a felicidade.
Concedendo o perdão,
desculpando a dor
e não guardando o rancor.
Sinta respeito pelo próximo.
Deseje viver num mundo
em paz, que haja sempre
O mundo em imensidão,
continua de pé.
Sereno do tempo,
derrama em mim,
veredas no jardim.
O hálito sufocante das flores,
fragmenta as palavras,
emociona as lágrimas,
folhea as páginas
da bondade que propaga
o paladar do bem.
A "cuca" assobia a fuga,
onde o verbo faz a curva.
Na varanda, reluz as gotas
de chuva.
Cintilante, devora o meu
calmo coração.
A febre do futuro, ameaça...
É o meu assunto favorito!
Silencioso, pavoroso e incerto.
-Agonia de não saber de onde viemos.
O tempo é constrangedor,
entre a vida e a morte.
-A chuva continua a cair.
Belos sonhos prever
uma tempestade de fé.
Sinto que a esperança
é um rio subterrâneo,
humano, e que não para...
Temos que mergulhar
na libertação da gratidão
e se lambuzar de liberdade,
aproveitando a felicidade.
Concedendo o perdão,
desculpando a dor
e não guardando o rancor.
Sinta respeito pelo próximo.
Deseje viver num mundo
em paz, que haja sempre
o caminho do equilíbrio,
a plenitude do amor
e a gentileza de um
sorriso. Unidos somos
a virtude da verdade.
Semelhantes irmãos!
Peço perdão, compaixão
e que ninguém solte
as mãos.
Peço perdão, compaixão
e que ninguém solte
as mãos.
São Sebastião.
Abraço uma ideia e os
dedos começam a escrever.
Badalando um sentimento
que penetra no meu ser.
observando o cotidiano,
que decompõe-se diante
dos meus olhos.
O enredo bate na porta,
com a voz trêmula.
Fraco, mas não abalado.
Soluçando em falhas.
Mudo, mas sempre com
a mesma cara.
Pesadamente,
desmoronando árvores.
Ensopado pelas águas.
Abismado com a erosão
dos morros.
Com o coração debaixo
de lamas, entre mortos
e feridos.
O enredo pós medo,
pressentia o pior.
Um desastre natural
devastando aquela
população.
São Sebastião.
Ladeira abaixo!
O Estado sorridente,
estalando sirenes
de guerra.
E a piedade ficou por
conta da sorte.
Frisando a força de uma
raiz, o povo Brasileiro.
Sendo assim...
O enredo continuará
a contar histórias sobre
mortos e feridos.
Com a experiência da pior
tempestade que há de vir.
O enredo não sabe aonde
vai cair. Mas o terror
sempre vai existir.
Abraço uma ideia e os
dedos começam a escrever.
Badalando um sentimento
que penetra no meu ser.
observando o cotidiano,
que decompõe-se diante
dos meus olhos.
O enredo bate na porta,
com a voz trêmula.
Fraco, mas não abalado.
Soluçando em falhas.
Mudo, mas sempre com
a mesma cara.
Pesadamente,
desmoronando árvores.
Ensopado pelas águas.
Abismado com a erosão
dos morros.
Com o coração debaixo
de lamas, entre mortos
e feridos.
O enredo pós medo,
pressentia o pior.
Um desastre natural
devastando aquela
população.
São Sebastião.
Ladeira abaixo!
O Estado sorridente,
estalando sirenes
de guerra.
E a piedade ficou por
conta da sorte.
Frisando a força de uma
raiz, o povo Brasileiro.
Sendo assim...
O enredo continuará
a contar histórias sobre
mortos e feridos.
Com a experiência da pior
tempestade que há de vir.
O enredo não sabe aonde
vai cair. Mas o terror
sempre vai existir.
ESPINHO.
A diminuta gargalhada
da floresta, lampejou
à alegria do Sol.
O golpe dos raios
alcançaram as cores
a favor do vento,
trouxe-me a paz,
ancorada nas garras
do bem.
Minhas pupilas de fogo
lavaram o meu rosto com
a água fria do rio selvagem,
o mergulho à liberdade.
As palavras entoavam
como densas nuvens de
poeira que se erguera
num sincero arrepio.
Plantou-me a importância
de viver como um solitário.
A minha amizade teve
semblantes dragados ao
passado. Saindo da Ilusão
imortal. Os cães famintos
pediram os cadáveres da
minha Imaginação.
A depressão amputava
as ruas. A minha cabeça
voava para não olhar
para a cara do trauma.
Raizes foram formadas,
sozinho fui ficando,
enterrado no sangue
recaído sobre o ombro
do destino inimigo.
A todo espinho que se
preze, há sempre uma rosa
que embeleze a luz do dia.
A diminuta gargalhada
da floresta, lampejou
à alegria do Sol.
O golpe dos raios
alcançaram as cores
a favor do vento,
trouxe-me a paz,
ancorada nas garras
do bem.
Minhas pupilas de fogo
lavaram o meu rosto com
a água fria do rio selvagem,
o mergulho à liberdade.
As palavras entoavam
como densas nuvens de
poeira que se erguera
num sincero arrepio.
Plantou-me a importância
de viver como um solitário.
A minha amizade teve
semblantes dragados ao
passado. Saindo da Ilusão
imortal. Os cães famintos
pediram os cadáveres da
minha Imaginação.
A depressão amputava
as ruas. A minha cabeça
voava para não olhar
para a cara do trauma.
Raizes foram formadas,
sozinho fui ficando,
enterrado no sangue
recaído sobre o ombro
do destino inimigo.
A todo espinho que se
preze, há sempre uma rosa
que embeleze a luz do dia.
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