DESORDEM.
A palavra ordem na bandeira,
só segrega os predadores.
A palavra ordem na bandeira,
só segrega os predadores.
A ordem fardada,
Inundada de crimes
é sangria que oprime.
Na lapela do covarde,
o terror do mal,
nutre o Estado anormal.
O domínio da pólvora,
não esconde a violência
que o devora.
Jagunço do poder,
o Pastor Polícia,
é o mesmo milícia.
Bate no que tenta a sorte,
bate no vendedor,
no ambulante que chora
pela caixa de isopor.
Espancado a todo vapor,
não abre mão da sua lida,
destrói sua própria mercadoria,
e grita:
-Não quero uma vida bandida!
Precisamos de motins
nas ruas. O punhal no
punho. A livre luta, sem
medo e nenhum remorso.
Os dentes serrados,
sem sorrisos nos lábios.
Porque a cor é o alvo
de homens pardos,
num injusto cenário
que mutila a sociedade.
A escuridão do ódio,
expulsa o amor e a bondade.
A luta pela sobrevivência
tem o cheiro de morte.
E o direito do trabalho
é desrespeitado.
Carregamos no peito
a tristeza de viver.
Agredido pelo poder,
continuaremos a sofrer,
a espera por igualdade.
Porque o nome da minha
gente é honestidade.
Nessa sacanagem que
mantem a "Ordem"
e a morte do meu povo.
Desordem é o ângulo
da verdade.
Não abaixe a cabeça
para a excreção da
Os dentes serrados,
sem sorrisos nos lábios.
Porque a cor é o alvo
de homens pardos,
num injusto cenário
que mutila a sociedade.
A escuridão do ódio,
expulsa o amor e a bondade.
A luta pela sobrevivência
tem o cheiro de morte.
E o direito do trabalho
é desrespeitado.
Carregamos no peito
a tristeza de viver.
Agredido pelo poder,
continuaremos a sofrer,
a espera por igualdade.
Porque o nome da minha
gente é honestidade.
Nessa sacanagem que
mantem a "Ordem"
e a morte do meu povo.
Desordem é o ângulo
da verdade.
Não abaixe a cabeça
para a excreção da
opressão. Uma centelha
de força, semea a luta,
bravamente, brasileira.
A ordem da bandeira
que se fôda!
que se fôda!