Eu vi tuas cinzas,
paranóias em Berlim,
sugeri as drogas
e o choro desbravado.
Contido nessa era,
perambulando pelo
inferno dos dias iguais,
entre ratos e os demais.
A mão humana
e a tristeza do mundo
em nós, hoje e ontem.
O amanhã sem memória,
voltando à infância,
buscando esperança.
Assim segue a trilha
com o egoísmo e a
decadência que sentimos.
São doenças eternas em
nossas vidas, nesses
dias de utopias!
(Denis Soares).
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