sexta-feira, 21 de agosto de 2020

A arte é livre.

DIA A DIA.

Eu vi tuas cinzas,
paranóias em Berlim,
sugeri as drogas
e o choro desbravado.
Contido nessa era,
perambulando pelo 
inferno dos dias iguais,
entre ratos e os demais.
A mão humana
e a tristeza do mundo
em nós, hoje e ontem.
O amanhã sem memória,
voltando à infância,
buscando esperança.
Assim segue a trilha
com o egoísmo e a 
decadência que sentimos. 
São doenças eternas em 
nossas vidas, nesses 
dias de utopias!

(Denis Soares).

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