LEVIATÃ.
Aonde está
e não alcançar?!
Com promessas de ateu
na missão de quê se julga.
Guerrilhas cor-de-rosa
no azul fúnebre
do silêncio anil.
Ecumênicos espinhos,
repetição do passado,
telhados de papel,
perpetua o acaso.
Entre navios negreiros,
lâminas de pétalas.
Pobreza, riqueza,
sugestões e as guerras.
O núcleo edita tudo,
até eiva da religião.
Egocêntricos vírus
com você em putrefação.
Há um grande descarrego
profundamente em você.
Além de quê pergunta
do abstinente obscurecer.
Enfada o que não muda
da sua fajuta e instigada vida
leviatã esquecida.
(Denis Soares).
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